Mas que bom que vivi tempos ásperos. Que bom que tive o privilégio de não sair ileso, mas poder continuar. E faço questão de pontuar que não intento em glamourizar o sofrimento ou, pior, tê-lo como condição necessária para atingir qualquer horizonte.
Mas é impossível não fazer a mesma leitura repetidas vezes: como realmente é impactante sair da zona de conforto; mas, por favor, que esse movimento não seja subestimado.
É importante que se observe as consequências dos nossos traumas para tentarmos ao máximo uma passagem fluída.
Fica difícil, porém, quando olhamos para trás e percebemos que já perdemos de vista o brilho de dias tranquilos. É isso.
Será que é isso?
"Ócio significa não fazer nada, e vem do latim otiu. Ócio representa, por exemplo, uma folga, um momento de contemplação, um descanso despropositado." Nesses raros momentos de abstração as ideias brotam de uma forma linda, inusitada, mas também, às vezes, destruidora, corrosiva.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2018
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